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5 de mai de 2014

Deixar a vaidade fora de cena é um desafio para Mel Fronckowiak em “A Liga”


Mel Fronckowiak foi a grande surpresa da temporada 2014 de “A Liga”, um dos maiores sucessos da Band nos últimos anos. A atriz e apresentadora, que cursou jornalismo, tornou-se conhecida do grande público ao protagonizar a versão brasileira da novela “Rebelde”, entre 2011 e 2012, onde, além de atuar, também cantava — a banda “Rebeldes” chegou a reunir 80 mil pessoas em Brasília.
No programa da Band, a morena terá de passar por diversas situações como repórter. Ela tem sido muito elogiada pelo público — Mel é um dos assuntos mais comentados nas redes sociais nos dias em que o programa vai ao ar.
Em uma entrevista exclusiva ao RD1, em meio à agenda corrida de gravações, Mel Fronckowiak tratou sobre seu amadurecimento profissional e o novo desafio à frente de “A Liga”.
Confira:
RD1 – Qual avaliação você faz de seus primeiros momentos como repórter de “A Liga”?
Mel - Cada matéria é uma realidade diferente e o público vai conhecê-las através do meu olhar. Me atrai este jornalismo, me sinto à vontade. O feedback foi ótimo.
RD1 - Na estreia, você cobriu a invasão do exército no conjunto de favelas da Maré no Rio. Como foi reportar algo significativo e ao mesmo tempo com certo risco?
Mel - Acompanhar a ocupação do exército estando no Complexo da Maré é muito diferente de acompanhar sentada no sofá de casa. Esse é para mim o grande ganho que o programa tem proporcionado para a minha visão como ser humano. Conhecer uma realidade que muitas vezes me é distante.
RD1 - O que o público pode esperar de você no programa?
Mel - Dessa vez, o olhar que eu passo para o público é mais importante que o olhar que o público repousa em mim. Este é um desafio, deixar a vaidade fora de cena, diferente de trabalhar numa novela.
RD1 - Você ficou nacionalmente conhecida por interpretar uma das protagonistas de uma novela jovem. Como foi essa transição?
Mel - Este trabalho marcou pelo entusiasmo do público. Mas as pessoas sabem que não faço mais isso.
A vantagem de trabalhar com um público em construção, como o juvenil, é que você acompanha o crescimento deles enquanto amadurece como profissional.
RD1 - O que te levou a aceitar esse desafio?
Mel - Gosto do formato investigativo. O apresentador não comunica noticia, ele a vivencia. Há um mergulho e um envolvimento com as realidades confrontadas.


Fonte : RD1

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